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Monday, September 21, 2009

Boas Vindas

É com enorme satisfação que constatámos o aparecimento de um novo blogue na blogosfera: Moços do 1ºC.
Trata-se de um blogue da Turma 1ºC da Escola Básica Integrada de Martinlongo, sita na bonita aldeia com o mesmo nome, em plena Serra do Caldeirão.
Este blogue é gerido pela professora titular da turma que o utilizará como espaço de difusão dos trabalhos produzidos pelos alunos.

Sunday, September 2, 2007

Ariano Suassuna - Parte I

O escritor brasileiro Ariano Suassuna, de origem nordestina, foi convidado por Jô Soares para participar no seu programa. Em três video apresentamos a participação de Suassuna no programa. Da vasta e significativa obra literária de Ariano Suassuna destaca-se a narrativa A Pedra do Reino.

Ariano Suassuna - Parte II

Esta é a segunda parte da participação do escritor Ariano Suassuna no programa de Jô Soares.

Ariano Suassuna - Parte III

Eis a terceira parte da participação de Ariano Suassuna no programa de Jô Soaraes.

Conferencia de Fernando Savater

O filósofo espanhol Fernando Savater proferiu esta conferência sobre ética em Venancham.

Thursday, July 19, 2007

A BIblioteca Digital

As grandes inovações ocorridas desde o início da década de noventa do século passado no âmbito das novas tecnologias da informação e da comunicação proporcionaram o desenvolvimento vertiginoso das edições electrónicas, introduzindo significativas alterações relativamente ao formato, aos meios e aos canais da edição até agora predominante – a edição impressa - e antevendo, pela quantidade de inovações a entrar permanentemente no mercado, ainda mudanças mais radicais, que põem seguramente em causa a edição impressa como o principal suporte de difusão de conteúdos no futuro. Não falamos em desaparecimento da versão tipográfica, mas apenas a perda da hegemonia na difusão de conteúdos.
Assistimos na actualidade a uma autêntica “revolução”, como lhe chama Roger Chartier, um momento único na história da Humanidade no que aos meios de produção, reprodução e difusão de informação diz respeito, uma vez que presenciamos alterações diversas, a ocorrer em simultâneo, respeitantes aos planos técnico, morfológico e material do universo da edição, em que essas mudanças se associam uma às outras e entre si se influenciam. Estas alterações são tão grandes e ocorrem tão depressa que nos obrigam a questionar tudo quanto ao futuro da edição diz respeito e a questionarmo-nos também sobre a própria forma como a sociedade da informação se organizará e gerirá a informação, produzida em grande escala.
Umberto Eco fala na passagem de uma memória vegetal para uma memória mineral, no sentido em que a edição impressa – a memória vegetal -, enquanto veículo de transmissão de informação predominante ainda no presente, dará lugar aos suportes digitais – a memória mineral – no futuro.
Estas mudanças tecnológicas têm implicações e repercussões nos mais diversos âmbitos da vida política, económica, social e cultural das sociedades de informação.
As bibliotecas, enquanto instituições que estão incumbidas de recolher e conservar documentos, maioritariamente impressos, e, simultaneamente, responsáveis pela sua disponibilização ao público, sob a forma de um catálogo organizado, são profundamente afectadas por estas mudanças, que obrigam a repensar os seus objectivos, a sua natureza, a sua estrutura funcional e as suas práticas.
Mais do que um espaço de recolha e armazenamento ordenado de obras, cujo acesso a biblioteca disponibiliza ao utente, com vista a que este as pesquise para obter a informação desejada, a biblioteca digital é um recurso que faculta ao utente a informação de que ele necessita. A biblioteca deixa de ser um espaço que põe ao dispor dos utilizadores os objectos transmissores da informação – as obras – para passar a fornecer a própria informação. A biblioteca digital oferecerá ao utente serviços que facilitam a pesquisa que anteriormente este era obrigado a executar sozinho, acelerando, deste modo, a selecção da informação pertinente de entre o grande número de informação disponível.
Esta redução de tempo gasto no acesso à informação permitirá ao utilizador demorar menos tempo na concretização da tarefa que se propõe alcançar e, por outro lado, tendo o utilizador acesso à informação seleccionada, ele terá a possibilidade de aceder a mais fontes de informação do que se fosse ele a fazer toda a pesquisa. Não olvidemos que o recurso crescente às novas tecnologias da informação e da comunicação permite a qualquer pessoa, cada vez mais rapidamente, produzir conteúdos. O primeiro problema do utilizador da biblioteca é, cada vez mais, conseguir gerir tanta informação. E neste sentido competirá à biblioteca criar serviços que facilitem ao utente uma pesquisa mais acelerada. È tudo uma questão de optimizar o tempo do utente.
A estrutura física da biblioteca também sofrerá profundas alterações pelo facto de ela deixar de ser um espaço que armazena um grande número de exemplares de obras impressa, que ocupam muito espaço e cuja manutenção e disponibilização exige da instituição a contratação de pessoal técnico em número significativo, uma vez que todos os serviços prestados são realizados pelos técnicos da instituição. As obras em suporte digital ocupam uma ínfima parte do espaço e a sua manutenção e disponibilização estará a cargo de um número bastante menor de técnicos, que, com o auxílio dos meios informáticos, assegurarão todas as tarefas e serviços. A biblioteca poderá não ter existência física no sentido de um espaço aberto ao público. A biblioteca digital poderá possibilitar ao utilizador o seu acesso a ela a partir de qualquer espaço físico onde haja Internet. Deste modo, a biblioteca dissemina-se pelo espaço. Em vez do utilizador se dirigir à biblioteca e esta que vai ao seu encontro dele em qualquer espaço. Isto permitir-nos-á aceder a qualquer biblioteca mesmo que não seja a da nossa escola, do nosso bairro ou do nosso município. Qualquer indivíduo poderá aceder através do registo prévio a bibliotecas geridas longinquamente.

Thursday, June 28, 2007

O «Professor Titular» visto pel'A BOLA

"As nossas escolas lançam-se, definitivamente, na arrojada experiência domundo da bola. Com uma Ministra apostada em ser um género de Scolari daeducação, o Ministério investe na divisão sectarista entre (professores) titulares e suplentes.
Os titulares serão, então, convocados à luz de uma escolha surpreendente. Mais importante do que saber dar aulas e ter sucesso na relação educativacomos alunos, interessará saber como pisar a alcatifa dos gabinetes, terprática de carreira burocrática fora da sala de aulas e, acima de tudo, não ter tido lesões que obriguem a paragens mais ou menos longas no Campeonato, mesmo que por culpa de qualquer sarrafada alheia. A táctica é, pois, não ter vida para além do dever.
O destino é entregar a titularidade professoral aos mais dignos ratos de sacristia. Por isso, não bastará saber marcar golos. E, tal como em alguns clubes de futebol manhosos, é preciso não esquecer de elogiar o presidente e ser de uma fidelidade canina ao treinador."
Do jornal A BOLA (pag.9 - Vítor Serpa, Director do jornal)

Wednesday, June 13, 2007

Prémio Princípe das Asturias das Artes

O cantor norte-americano Bob Dylan obteve o Prémio Príncipe de Asturias das Artes 2007, que foi divulgado este meio dia, na cidade asturiana Oviedo.

Bob Dylan, nascido, em 1941, em Duluth, no Estado do Minessota, com o nome civil Robert Allen Zimmerman, é um dos cantores mais célebres da história do século XX. Dylan é autor de hinos como Knocking on heaven's door e Like a rolling stone. Os temas Blowin' in the wind e The times they're a-changin' converteram-se nos anos 60 en slogan´s contra a guerra.
Dylan conjugou "a canção e poesia numa obra que fez escola e determinou a educação sentimental de muitos milhões de pessoas" y foi "un reflexo do espírito de uma época que buscava as respostas no viento", acrescentou o júri no veredicto , lido pelo ex-ministro de Comercio José Lladó.

Compositor, músico, escritor e poeta, as suas letras converteram-se num catalizador do mal-estar social dos Estados Unidos nos anos sessenta y coroaram-no como um dos referentes da cultura pop dos últimos cinquenta anos.

Wednesday, June 6, 2007

Sopa

A sopa ocupava, tradicionalmente, um papel importante, na nossa alimentação. Nos últimos tempos, contudo, tem vindo a perder progressivamente a sua importância, à medida que a fast-food vai ganhando terreno nos hábitos alimentares dos portugueses. Hoje constata-se frequentemente que as crianças não gostam de sopa, que os país não confeccionam sopa e, por isso, não querem comer sopa nas escolas. Esta realidade tem consequências nefastas ao nível da saúde das pessoas.
Uma boa sopa, uma sopa bem feita, é sem dúvida um manjar dos deuses. O meu amigo António, Tó Jó para os amigos, é um verdadeiro artista a confeccionar sopa. O problema é que as suas sopas são muito boas, mas ele não revela o segredo de cada uma.

Saturday, June 2, 2007

Blog Bastante Interessante

Para quem gosta de Timor e de questões relacionadas com aquela ex-colónia portuguesa, sugiro o belíssimo blog intitulado O Eça, disponível no endereço http://sebasgut.blogspot.com.

Neste blog podem encontrar-se pequenos textos que reflectem sobre a agitada vida política e social de Timor.

Não deixem de o consultar.

Em Nome De Um Rim

Foi hoje tornado público que o concurso televisivo que ofereci um rim ao concorrente vencedor era uma pura farsa.

Este concurso estava alevantar bastante polémica nos Países Baixos, pois uma doente em fase terminal doava o seu rim ao concorrente vencedor com problemas renais.

A estação de televisão informou que se tratou de uma forma de chamar a atenção para a falta de rins para transplantes.

Desde que há uns dias ouvi falar neste reality show, fiquei de pé atrás, pois um pormenor chamou-me à razão. O transplante de órgãos obedece a um princípio vital e fundamental: tem de haver compatibilidade entre dador e receptor da doação.

De facto, poderia ter havido uma prévia selecção de concorrentes, neste caso, compatíveis com a doadora.

Apesar de polémica e controversa, não posso deixar de concordar com este tipo de estratégias: precisamos de órgãos para transplantes em Portugal e não os temos. Ninguém precisa dos seus órgãos após a morte e a sua doação pode fazer a diferença para outra pessoa.

Wednesday, May 30, 2007

Umberto Eco

O livro A Passo de Caranguejo do romancista e pensador italiano Umberto Eco reúne um conjunto de textos sobre o Médio Oriente, o Big Brother, O Código Da Vinci, o futebol, a Internet e Berlusconi.
Trata-se de um livro que apresenta bons textos de reflexão sobre estas temáticas.

Monday, May 28, 2007

Feiras do Livro

Muitas são as localidades e estabelecimentos de ensino que aproveitam a época da Feira do Livro de Lisboa (e também do Porto) para promoverem igualmente feiras do livro. Trata-se, de facto, de iniciativas importantes e imprescindíveis à promoção da leitura e do conhecimento, em geral.

Ainda que muita gente apareça na televisão a dizer que não compra livros, por eles serem caros,e os editores e livreiros se queixarem publicamente que pouco vendem, é um facto que vemos muita gente nas feiras do livro a comprar.

Estou em crer que se lê em Portugal mais do se pensa. Talvez se façam até leituras muito diversificadas.

Thursday, May 17, 2007

E Esta Hãaaaaaa.......

Um amigo enviou-me este artigo publicado no DN, em resposta a afirmações proferidas pelo sr. Miguel de Sousa Tavares na TVI. Infelizmente não sei o nome do autor do texto.
"Estava Miguel Sousa Tavares na TVI a comentar a nova Lei do Tabaco quando da sua boca saltou esta pérola: o fumo nos restaurantes, que o Governo quer limitar, incomoda muitíssimo menos do que o barulho das crianças - e a estas não há quem lhes corte o pio. Que bela comparação. Afinal, o que é uma nuvenzinha de nicotina ao pé de um miúdo de goela aberta? Vai daí, para justificar a fineza do seu raciocínio, Sousa Tavares avançou para uma confissão pessoal: "Tive a sorte de os meus pais só me levarem a um restaurante quando tinha 13 anos." Há umas décadas, era mais ou menos a idade em que o pai levava o menino ao prostíbulo para perder a virgindade. O Miguel teve uma educação moderna - aos 13 anos, levaram-no pela primeira vez a comer fora. Senti-me tocado e fiz uma revisão de vida. É que eu sou daqueles que levam os filhos aos restaurantes. Mais do que isso. Sou daquela classe que Miguel Sousa Tavares considerou a mais ameaçadora e aberrante: os que levam "até bebés de carrinho!". A minha filha de três anos já infectou estabelecimentos um pouco por todo o país, e o meu filho de 14 meses babou-se por cima de duas ou três toalhas respeitáveis. É certo que eles não pertencem à categoria CSI (Criancinhas Simplesmente Insuportáveis), já que assim de repente não me parece que tenham por hábito exibir a glote cada vez que comem fora - mas, também, quem é que acredita nas palavras de um pai? E depois, há todo aquele vasto campo de imponderáveis: antes de os termos, estamos certos de que vão ser CEE (Crianças Exemplarmente Educadas), mas depois saltam cá para fora, começam a crescer e percebemos com tristeza que vêm munidos de vontade própria, que nem sempre somos capazes de controlar.O que fazer, então? Mantê-los fechados em casa? Acorrentá-los a uma perna do sofá? É uma hipótese, mas mesmo essa é só para quem pode. Na verdade, do alto da sua burguesia endinheirada, e sem certamente se aperceber disso, Miguel Sousa Tavares produziu o comentário mais snobe do ano. Porque, das duas uma, ou os seus pais estiveram 13 anos sem comer fora, num admirável sacrifício pelo bem-estar do próximo, ou então tinham alguém em casa ou na família para lhes tomar conta dos filhinhos quando saíam para a patuscada. E isso, caro Miguel, não é boa educação - é privilégio de classe. Muita gente leva consigo a prole para um restaurante porque, para além do desejo de estar em família, pura e simplesmente não tem ninguém que cuide dos filhos enquanto palita os dentes. Avós à mão e boas empregadas não calham a todos. A não ser que, em nome do supremo amor às boas maneiras, se faça como os paizinhos da pequena Madeleine: deixá-la em casa a dormir com os irmãos, que é para não incomodar o jantar."

Wednesday, May 16, 2007

Manifesto do Bibliotecário 2.0

Neste Manifesto são-nos dados os princípios da Biblioteca 2.0, a biblioteca do presente.
Usufruam do filme e vejam as diferenças em relação às bibliotecas que ainda temos por aí.
A forma de acesso ao conhecimento é completamente diferente.

Wednesday, April 25, 2007

Promoção da Leitura

O Ministério da Educação implementou este ano uma estratégia de promoção da leitura junto das escola a que deu o nome de Plano Nacional de Leitura.
Este ano começou pelo Pré-Escolar, 1º e 2º ciclos do Ensino Básico, devendo estender-se aos restantes níveis de ensino nos próximos anos.

No âmbito deste programa, o Ministério da Educação decidiu apetrechar as escolas com mais obras de leitura recreativa. Muitos foram os estabelecimentos de ensino que receberam verbas para adquirir essas obras. E não foram poucas as escolas, pois houve editoras que esgotaram o seu estoque.